Repensando os objectos I: secadores de mãos

Os secadores de mãos nas casas-de-banho públicas são uma inutilidade: ou funcionam de forma tão intermitente que um gajo fica, metafóricamente, a secar, ou então funcionam de forma tão enfática que nos queimam impiedosamente as mãos - que, ainda para mais, continuam meio molhadas. Invariavelmente, temos que regressar ao cubículo mal cheiroso onde acabámos de aliviar um torpedo e atafulhar as mãos em doses mal medidas de papel higiénico a fim de concluir a nossa necessidade higiénica. Ou então saimos do WC com as mãos molhadas. E como não lavar as mãos é pouco higiénico...



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